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It just makes me cry.

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1. Did something you said you would never do. (mesmo)
2. Paid for someone who said they would pay you back but never did. (sim, mas também acontece ao contrário, por isso tá-se)
3. Lied about where you were.
4. Discovered a new musician.
5. Made something for a friend.
6. Got a new phone.
7. Got a new iPod/Zune/Mp3 player.
8. Watched three or more episodes of Saturday Night Live.
9. Made fun of someone.
10. Created a tumblr.
11. Flew on a plane for the first time.
12. Spoke in front of 15 people or more. (actually it was singing)
13. Met someone in real life that you originally met online.
14. Done something illegal.
15. Did your siblings’ chores for money.
16. Stayed up all night thinking about the worst thing that could possibly happen to later find out that you worried for nothing.
17. Hurt somebody you didn’t mean to hurt.
18. Hugged your mom or dad.
19. Baked a cake.
20. Made a new friend.
21. Lost an old friend.
22. Changed your views on society.
23. Laughed at something that wasn’t funny.
24. Got upset over something that wasn’t a big deal.
25. Had a horrible birthday.
26. Got a facebook.
27. Deleted your myspace.
28. Cried because you missed old times.
29. Cleaned your room.
30. Have a new found appreciation for someone you never expected to.
31. Told someone you love them.
32. Told someone you hate them.
33. Screwed something up but didn’t mean to.
34. Received a gift.
35. Gave a gift.
36. Read a book that wasn’t for school.
37. Ate a lollipop.
38. Threw away something by accident.
39. Smoked a cigarette.
40. Ran a mile.
41. Switched schools.
42. Aced a test.
43. Wished you were in the past.
44. Got scared about the future.
45. Got yelled at by your parents.
46. Lost a family member.
47. Saw an old friend.
48. Went to church/synagogue.
49. Hugged a stuffed animal.
50. Said you’re going to make next year better.

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Jesse: I kind of see this all love as this, escape for two people who don't know how to be alone. People always talk about how love is this totally unselfish, giving thing, but if you think about it, there's nothing more selfish.

Before Sunrise, 1995

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É engraçado e assustador, o tempo que alguém consegue tirar, de bom grado, para ficar á espera de quem nunca vai querer chegar.

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Casablanca (1942)


Ilsa: I can't fight it anymore. I ran away from you once. I can't do it again. Oh, I don't know what's right any longer. You have to think for both of us. For all of us.

Rick: All right, I will. Here's looking at you, kid.

Ilsa: [smiles] I wish I didn't love you so much.

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How happy is the blameless vestal's lot!
The world forgetting, by the world forgot
Eternal sunshine of the spotless mind!
Each pray'r accepted, and each wish resign'd.

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Paul: Holly, I'm in love with you.
Holly: So What?
Paul: So what? So plenty. I love you, you belong to me.
Holly: No. People don't belong to people.
Paul: Of course they do!
Holly: I'll not let anyone put me in a cage!
Paul: I don't want to put you in a cage... I want to love you.


Breakfast at Tiffany's,1961

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Os estudantes da UQAM ( Université du Québec á Montréal), em Montreal, no Canadá, organizaram-se durante um mês, e durante da "Integration Week", que por cá corresponde á Recepção ao Caloiro, e fizeram este vídeo em um take.


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Longe da Terra Queimada
Guillermo Arriaga (2009)

Sylvia é uma bela gerente de um restaurante. Embarca numa viagem através do tempo e do espaço, quando conhece um estranho mexicano que a confronta com o seu misterioso passado.
Nesse passado, a jovem está ligada a personagens muito diferentes mas todas elas lutando com os seus destinos românticos.



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Ana Mladinovici, Magica



Anette Olzon, Nightwish


Ailyn, Sirenia


Ann Wilson, Passionworks

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Um museu em nome próprio é, normalmente, o momento último de consagração de um artista - evento raro de se dar em vida. Paula Rego, claramente, não necessitava de um museu em Cascais para a sua consagração. É uma questão de afectos.

Nascida no Estoril em 1934, apesar de radicada em Londres há mais de 30 anos, depois de ter sido aluna da Slade School of Fine Arts na década de 1950, a artista preserva uma casa de família no Estoril, onde fica quando vem a Portugal.

Depois de um protocolo de empréstimo e doação de mais de uma centena de obras da sua colecção pessoal por dez anos à Casa das Histórias, diz: "O meu sonho seria renovar o interesse por pessoas como o [José] Leite de Vasconcelos", diz, referindo-se ao linguista, filólogo e etnógrafo que coligiu muitos dos contos portugueses em que a sua obra se tem vindo a inspirar. Paula Rego começa por contar a história que ultimamente lhe tem ocorrido com frequência - a do lenhador que chega a casa com fome e da sua mulher que, não tendo nada para lhe oferecer, acaba por cortar e cozinhar um dos próprios seios: "São histórias cruas e muitas vezes cruéis, mas têm uma vitalidade extraordinária. Isso interessa-me mais do que os quadros. Eles partem da força e liberdade dessas histórias. O meu sonho seria trazer para o quotidiano a nossa vitalidade. Os portugueses têm uma vitalidade muitas vezes escondida. É o medo." Trinta e cinco anos passados sobre a Revolução o medo persiste? "Persiste. E de que maneira. O medo existe mesmo sem ter razão de ser".


in Ípsilon

http://www.casadashistoriaspaularego.com/

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